Que o poema seja microfone e fale
uma noite destas de repente às três e tal
para que a lua estoire e o sono estale
e a gente acorde finalmente em Portugal
Manuel Alegre, in “O canto e as armas” (teve a 1ª edição em 1967)
Esta quada foi etiada do poema “Poemarma”. O livo estava poibido pela censua, e só pude compá-lo na teceia edição em 1974.
Dá paa pecebe poque é que eu cá sou “fã” do 25 de Abil?
Como é que o Senho poeta esceveu estas palavas 7 anos antes de o micofone da a senha paa o início da EVOLUÇÂO? Ele há coisas!
E disse.
P.S. Po azões de espeito pela popiedade intelectual foi espeitada a maneia como o poeta esceveu, com todas as letas. Coitadinho, ele adivinhou a evolução, mas não o pogesso na escita...
Revolução não se escreve com R.
Disse Anjo élico, em abril 21, 2004 12:09 AMTem azão, senho anjo! vou JÁ emenda esta galha hooosa!
Disse Vi, em abril 21, 2004 12:15 AMFiquei...sem saber o que dizer.É que para mim, M.Alegre é um dos poetas que MAIS AMO...Vou cantar brevemnete, num espectaculo em que o 25 de Abril é tema, a Trova do vento que passa e Meu Amor é Marinheiro de Manuel Alegre. Dá-me tanto prazer cantar este poeta...Não deixo de realçar,neste caso, a profética frase.Só errou na hora! Espero que goste ou aprenda a gostar da poesia dele. Ouça a Amália a cantar coisas dele.TEnho a certeza de que ficará rendida.
Disse valeria, em abril 21, 2004 03:19 AMBoas,
É um blog deveras interessante só peca por ainda não ver a arcadobué como um blog de referência
Visite e depois diga qualquer coisinha
www.arcadobue.blogspot.com
Abraços
Bloguistas
Gosto muito deste blog, mas, particularmente, adoro este post. Estou me atrevendo a "roubá-lo". Mas não o esconderei na bagagem: coloco lá no circulando o caminho para cá. E que muitos venham, que a viagem não se perde. Abraços!
Disse Cláudio Rúbio, em maio 7, 2004 05:15 PM