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julho 21, 2005

PT que pariu!!!...

Pois é, uma mulher quer saber o que se passa no resto do mundo, e fica sujeita aos jornais e telejornais.
É pouco, pra quem tá habituado(a) a ver o mundo todo à volta pela internet.

Eu, que sempre disse bem do "meu" Clix, hoje roguei-lhe umas pragas valentes por ter passado mais de não sei quantas horas sem poder ligar-me à Mãe de Todas as Redes.
Os desgraçados devem tem tido umas centenas largas de chamadas, oh se devem! Como mulher prevenida vale por duas, eu cá só telefonei ao fim de umas horas valentes – que isto de chamadas a não sei quantos cêntimos por minuto, uma mulher tem que andar devagar.
Fui atendida à segunda vez, que aqueles telefones até devem ter fervido com tanta chamada. Um rapazinho lá me explicou que tinha sido um tranglomanglo qualquer no não-sei-quantos da Portugal Telecom, ou seja, o serviço que a PT vende (provavelmente caro) ao Clix foi prò caixote do lixo – em toda a zona aqui das minhas redondezas.

Pronto, assunto encerrado. Lá tive que des-rogar as pragas que tinha rogado ao Clix (que sempre tem sido maizoumenos certinho), e voltar a rogá-las (desta vez em dobro) à "querida" Portugal Telecome.
E depois, pra acalmar a fúria, telefonei à PT e apresentei a minha reclamação.

Como vivemos em Portugal, isto vai ficar tudo como está...
Mas cá no meu ver, devia ser assim:
- O Clix, quando às vezes me esqueço de pagar, corta a ligação no minuto exacto em que termina o prazo de pagamento – certinho, benza Deus!
- Logo, o Clix devia devolver-me cada minuto em que estive privada do acesso à Admirável Rede das Redes.
- O Clix não teve culpa do que se passou.
- Logo, o Clix devia exigir à PT uma indemnização que cobrisse todos os minutos perdidos por todos os assinantes afectados, mais uma bela quantia por perdas e danos, por ter perdido prestígio junto dos actuais e candidatos-a-futuros utilizadores.
Isto, se a gente vivesse num país onde os consumidores têm outros direitos além do de pagar, e onde não houvesse um monstro dominador e intocável chamado Portugal Telecome – que faz o que quer e lhe apetece e lhe dá na realíssima gana, e ninguém lhe vai à mão por isso.
Não sei se hei-de chamar a isto um desabafo, uma fúria ou sei lá o quê; uma chatice, sei eu que foi. E se calhar prejudicou muita gente que precisa da Internet para trabalhar, enquanto a mim só me irritou. E é pouco?

Esta parte aqui por cima foi escrita ontem, quarta-feira, às três da tarde. A "minha internet só "ressuscitou" pertinho da meia-noite...
E disse.

Na cesta Vi-zinha

Posted by vitriolica at 01:48 PM | Comments (7)

julho 20, 2005

Testemunha de acidente - procura-se

Pessoal, recebi um meile de uma amiga que acredita no poder da Blogosfera - é simpatizante mas não militante, ou seja, não tem blog.

A minha amiga Elisabete foi abalroada ontem, terça-feira 19 de Julho por volta das duas e meia da tarde, na via rápida entre o Feijó e Almada.
O malandro que a abalroou deu de frosques, e a desgraçada tá coa traseira do veículo toda amarrotada, e ao que parece, apanhou uma carga de nervos maior que ela.

Pior é que a rapariga ficou tão nervosa que nem parou, porque estava atrasada para uma marcação; tamém, o malandro já tinha fugido, isso é verdade!... Resultado: ficou sem testemunhas.

De maneiras que, se por acaso você, leitor, tiver visto o acidente ou conhecer quem possa ter visto, deixe um bitaite aí nos comentários ou amande um meile aqui à Vi.
Tábem, a gente sabe que as hipóteses são praí de uma pra vários milhões; mas há umazinha, não é? Não custa tentar...
E disse.

Na cesta Vi-zinhanças

Posted by vitriolica at 12:00 AM | Comments (3)

julho 18, 2005

comentários 1 - tréquebéques 0

De onde se conclui que o(a) caro(a) visitante(e) leitor(a) já pode (teoricamente) deixar o ar de sua graça. Quanto aos tréquebéques, hão-de voltar; não sabem é quando.
Tamém, assim cumássim, não há redacções assim tão brilhantes que justifiquem o amandamento de tréquebéques aqui prà minha janela da cozinha.
Ou como disse um senhor político há uns anos, "A situação é desesperada mas não é grave."
Deixa cá mandar mais um selfe-tréquebéque só pra ver... será que é preciso reconstruir o blog? Acho que não... deve bastar reconstruir o índice - ou nem isso. Dêcha tar, vai-se vendo.
Fiquem bem.
E disse.

Na cesta Ao molho

Posted by vitriolica at 02:10 PM | Comments (1)

Testando tréquebéques

Alô, alô... um-dois-três-'xpriência...
E testei.

Na cesta Ao molho

Posted by vitriolica at 02:01 PM | Comments (1)

julho 17, 2005

era pra ter sido assim:

Pétcheuôrque

Mas isto era um trabalho de pétcheuôrque, de modos que levou mais tempo a ficar pronto.
O que eu queria mesmo era uma maneira de homenagear a imaginação, a habilidade e inteligência do Menino João Pedro, e então lá pedi a ajuda habitual da Cèlinha e do meu vizinho Alcino que me emprestou um livro de habilidades que lá tinha em casa. Temos então mais uma estreia mundial aqui: uma redacção - repetida, sim mas com um visual "à maneira", inspirado nas criações do Menino João Pedro (sem lhe chegar aos calcanhares, claro está).
Resolvi manter a redacção original aí por baixo, para quem não tiver vontade ou pachorra de brincar aos puzzles. Nesta só acrescentei o linque para os brilhantes apresentadores que ontem me escapou; o meu humilde pedido de desculpas aos Senhores José Mário Silva e Luís Rainha.
Advertência: Esta redacção, vista no Firefox, tem muito mais graça. Faxavor de arranjar um navegador decente.

Ontem fui ao Bar A Barraca, pois claro! nem aquele lançamento podia correr bem sem mim e respectiva aderente, a minha rica Cèlinha.
Tábem, havia lá pessoas muito mais ilustres que a gente (só os outros todos, é verdade). Mas de certeza que se eu e a Cèlinha lá não estivéssemos não era a mesma coisa, pois não? E como o lançamento correu muito bem, pois se calhar se não tivéssemos ido podia não ter corrido da mesma maneira.
Lá me desculpei por não ter podido ir à sessão da poesia dos tais de Surrealistas, e ele compreendeu as minhas razões — como era de esperar.
Bom, primeiros apresentei-me e à minha Cèlinha ao Senhor Changuito como estava prometido. Ele fez justiça ao que eu tinha pensado dele: além de um grande artista, é uma pessoa simpática e educada, e sem peneiras, para usar uma expressão tão antiga como eu.
Ainda era um bocado de gente, mas tirando a Sôdona Catarina, o Artista Principal, só me estou assim a lembrar de ter conhecido o Senhor Sharquinho.
É claro que havia muito mais gente, e alguns eram pessoas que já conheço de outras funções blogosféricas; mas uma mulher sem memória é uma vergonha, porque a gente cumprimenta as pessoas, e dá beijinho, e como é que vai a vidita e coisa e tal, e depois chega aqui ao teclado e tá mesmo a ver as caras, e lembra-se das conversas, e nomes... nada - uma vergonha!
Havia assim uma luz, um foco a iluminar o Artista-Autor e o Artista-Leitor, e os cabelos deles pareciam cabelos de anjos, e o Senhor João parecia um Menino João, porque estava com uma carinha de menino que eu até ia caindo de quatro quando ele me disse a idade; ali naquele palco ele não parecia ter mais de dezoito anos.
E depois veio o Artista Principal - que por acaso eram dois. O Senhor João lá falou do livro, e coisa e tal... não esperem que eu faça a reportagem, pois se não podiam ir podiam ter visto em directo e ao vivo.
E o amigo dele, o Senhor Daniel que também é poeta, leu umas redacções do blog que vêm no livro - e que bela voz que ele tem, e que bem que leu, que foi um consolo ouvi-lo. É um estilo diferente do do Senhor Changuito, e tem uma voz mais profunda, assim mais voz-de-falar-no-rádio, mas não ficam a dever nada um ao outro, não senhor!

E lá começou a função, com o Senhor Paulo a apresentar O Autor, e A Sua Obra, e também os apresentadores seguintes, gente assim de craveira que sabem analisar as literaturas e as blogaturas e dizer aquelas coisas importantes que se devem dizer acerca de livros.

Prontos, no fim foi mais autografos pracá (e o meu é bem simpático, que me ia deixando toda babada, oh se ia!), e mais autógrafos pralá, e uns dedos de conversa com uns e outras, e é sempre uma alegria e um bocadinho muito bem passado com os "vizinhos e amigos de blog".
Só tive pena de não ter dado um dedinho de conversa com o Senhor Luís Ene, que desta vez não pôde fazer-nos companhia, mas fica para a próxima.
E disse.
Na cesta Vi-zinhanças

Posted by vitriolica at 12:00 AM | Comments (1)

julho 16, 2005

Foi assim:

Ontem fui ao Bar A Barraca, pois claro! nem aquele lançamento podia correr bem sem mim e respectiva aderente, a minha rica Cèlinha.

Tábem, havia lá pessoas muito mais ilustres que a gente (só os outros todos, é verdade). Mas de certeza que se eu e a Cèlinha lá não estivéssemos não era a mesma coisa, pois não? E como o lançamento correu muito bem, pois se calhar se não tivéssemos ido podia não ter corrido da mesma maneira.
Bom, primeiros apresentei-me e à minha Cèlinha ao Senhor Changuito como estava prometido. Ele fez justiça ao que eu tinha pensado dele: além de um grande artista, é uma pessoa simpática e educada, e sem peneiras - para usar uma expressão tão antiga como eu. Lá me desculpei por não ter podido ir à sessão da poesia dos tais de Surrealistas, e ele compreendeu as minhas razões — como era de esperar de uma pessoa assim. Aproveitei para lhe entregar um abraço que um amigo blogosférico me pediu pra lhe transmitir (tá entregue, compadre, vizinho e amigo!)

Ainda era um bocado de gente, mas tirando a Sôdona Catarina, o Artista Principal, só me estou assim a lembrar de ter conhecido o Senhor Sharquinho.
É claro que havia muito mais gente, e alguns eram pessoas que já conheço de outras funções blogosféricas; mas uma mulher sem memória é uma vergonha, porque a gente cumprimenta as pessoas, e dá beijinho, e como é que vai a vidita e coisa e tal, e depois chega aqui ao teclado e tá mesmo a ver as caras, e lembra-se das conversas, e nomes... nada - uma vergonha! Desculpem todos(as) esta velha carola meia taralhouca...

E lá começou a função, com o Senhor Paulo a apresentar O Autor, e A Sua Obra, e também os apresentadores seguintes, gente assim de craveira que sabem analisar as literaturas e as blogaturas e dizer aquelas coisas importantes que se devem dizer acerca de livros.

A seguir veio o Artista Principal - que por acaso eram dois. O Senhor João lá falou do livro, e coisa e tal... não esperem que eu faça a reportagem, pois se não podiam ir podiam ao menos ter visto em directo e ao vivo.

E o amigo dele, o Senhor Daniel que também é poeta, leu umas redacções do blog que vêm no livro - e que bela voz que ele tem, e que bem que leu, que foi um consolo ouvi-lo. É um estilo diferente do do Senhor Changuito, e tem uma voz mais profunda, assim mais voz-de-falar-no-rádio, mas não ficam a dever nada um ao outro, não senhor!
Havia assim uma luz, um foco a iluminar o Artista-Autor e o Artista-Leitor, e os cabelos deles pareciam cabelos de anjos, e o Senhor João parecia um Menino João, porque estava com uma carinha de menino que eu até ia caindo de quatro quando ele me disse a idade; ali naquele palco ele não parecia ter mais de dezoito anos.

Prontos, no fim foi mais autografos pracá (e o meu é bem simpático, que me ia deixando toda babada, oh se ia!), e mais autógrafos pralá, e uns dedos de conversa com uns e outras, e é sempre uma alegria e um bocadinho muito bem passado com os "vizinhos e amigos de blog".
Só tive pena de não ter dado um dedinho de conversa com o Senhor Luís Ene, que desta vez não pôde fazer-nos companhia, mas fica para a próxima.
E disse.

Na cesta Vi-zinhanças

Posted by vitriolica at 12:00 AM | Comments (4)

julho 15, 2005

373 - perdidamente

blogar perdidamente
blogar perdidamente
blogar perdidamente
blogar perdidamente

Eu quero blogar, blogar perdidamente!
Blogar só por blogar: Hoje... amanhã...
E prà Semana, e prò Mês, prò Ano, eternamente...
Blogar! Blogar! E não chatear ninguém!

Postar? Comentar? Indiferente!...
Responder ou apagar? É mal? É bem?
Quem disser que pode escrever no blog
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Inspiração em cada vida:
É preciso usá-la assim varrida
Pois se Deus nos deu blog, foi pra blogar!

E se um dia hei-de ser deletada e formatada
Que seja de tréquebéques uma abada
Que me saiba perder... pra m'inspirar...

(um soneto cem por cento original de: Felor Bela Empanca)

(a propósito do que veio em consequência de uma redacção, e de umas trocas de comentários, e de coisas que li por aí.)

Que depois de tudo descascado e descaroçado fica só uma pessoa, a vontade de escrever (ou não), o assunto (ou não), a inspiração (ou não), o téculado e o ecrã em branco.

Tudo o mais – mirones, comentários, provocações e trocas de galhardetes, grupos, dores de cotovelo, tréquebéques, cópias, plágios, e sei lá mais o quê – é folclore. Um blog é só um blog, que é assim um sítio onde se escrevem palavras e põem bonecos.
E disse.

Na cesta Serviço Cultural

Posted by vitriolica at 12:00 AM | Comments (3)

julho 14, 2005

372 - minimalista

adjectivo 2 géneros
· diz-se da arte que utiliza um reduzido número de temas ou elementos, repetindo-os ou isolando-os no contexto da obra;
· que reduz ao mínimo;
substantivo 2 géneros
artista que utiliza esta técnica;
(De mínimo+-al+-ista)
© Porto Editora, Lda. – 2001

Inauguração de um novo estilo neste blog, por influência de um comentário do Senhor Rajoadas (e por causa da mudança de estilo e coisa e tal, aqui está um linque umbiguista prà redacção em causa).
Sendo eu uma mulher do contra, em vez de fazer títulos bem compridões pra dar nas vistas, ou todos em maiúsculas estilo parangona de jornal, vou passar a fazer títulos curtinhos – que isto, se há pessoas que gostam de mudar o visual, pois a mim apetece-me mudar o estilo dos títulos: bem piquininos - assim quase despercebidos.

Com tudo isto aprendi uma palavra nova, o que me deixa muito contente porque eu adoro aprender coisas – e quando são significados de palavras novas, oh, oh, ainda gosto mais!

Temos então blog minimalista. À vista. Nova experiência. Sensações. Giro. Curtido. Bué. Minimalista só por parte dos títulos, que isto de escrever pouco custa mais e cansa mais o cérebro do que escrever tal-qual a gente pensa. Mas os títulos, esses, vão mesmo ficar minimalistas.
Um muito obrigada ao vizinho Adalberto que me ensinou a palavra nova e me aconselhou a ver o significado no dicionário.
E disse.

Na cesta Vi-zinha

Posted by vitriolica at 12:00 AM | Comments (1)

álonzãfã de lá pátriiie!

lejurdegluá ré tárrivê!
Isto era o Cocó ontem à tardinha a ensaiar a letra pra cantar hoje p'la madrugada, e que é como quem diz, "Bora lá filhos da Páaaaatria que o dia da glória chegooooooou". (pra quem não percebeu, isto é o hino da França e a respectiva tradução moderna do Cocó)

De maneiras que eu daqui aproveito pra saudar e dar parabéns à France e mais aos franceses e francesas sem esquecer os françogueses e as françoguesas, que hoje é dia de festa rija em França e a coisa não é pra menos.

Eles lá é mais Caracoletas à Escargô, inda hei-de perguntar ali ao senhor da Culinária se ele tem lá a receita.
Do que eu gostava mesmo era dos croissãs, que eram assim uma imitação dos nossos mas em melhor.

Eu passei lá uns dias há muitos anos, quando a minha tia Serafina vivia na bãliô de Paris, e lembro-me que aquilo era bailaricos populares por todo o lado, e muito "fô dartifíce" que é como eles chamam lá ao fogo de artifício. Era assim um bocado como o Santo António, mas sem sardinhas nem manjericos - e também não tinha umas multidões tão juntinhas como eu vi este ano na televisão, que nem apetece uma mulher sair de casa.

Foi muito bonito passar o Catorze Juiê em França e só tive pena de não voltar, mas quando a minha tia acabou de construir a casa estilo maison voltou prà santa terrinha e acabaram-se as férias em França.

E esta até me faz lembrar os amaricanos que têm a mania que inventaram a democracia, mas foram os franceses que os ajudaram a lutar pela independência, oh se foram!
E mais a mais ainda os americanos andavam a lutar uns estados contra os outros, já os franceses andavam a berrar "Liberté, Égalité, Fratérnité" (era mais ou menos assim que vinha escrito nas moedas antigas) e a inventar a irmã mais nova da democracia.
Por isso hoje, neste blog, é o Dia Nacional da França, olaré!
E disse.

Na cesta Ao molho

Posted by vitriolica at 12:00 AM

julho 13, 2005

então e não é que levei mesmo?

Levei mesmo c'uma coisa em cima, muito bem atirada por um vizinho atento. É verdade que eu estava mesmo a pedi-las, porque falei de "a importância da falta de assunto na criatividade dos que escrevem nos blogues".
Ora o que eu devia ter escrito era "a importância da falta de assunto na criatividade das pessoas chamadas Vitriólica C. O Rosiva que escrevem nos blogues."

Tábem, não me apetece falar da desgraça dos incêndios porque já falei deles no verão passado, e os Senhores Ministros desse tempo também falaram, e se bem me lembro alguém disse que estavam a organizar tudo pra este ano a coisa não correr mal. Tá-se a ver. Pensei cá comigo: "Vi, pois se o senhor, no ano passado, disse que a coisa este ano ia correr bem, aquelas coisas que andam a dar nos noticiários devem ser como aquilo do arrastão que toda a gente disse que foi, e agora anda toda a mesma gente a dizer que não foi."
Aposto que dos incêndios se calhar ainda acontece o mesmo, que eu não acredito nada que o Senhor Ministro tenha prometido e dado a palavra, e agora não esteja a acontecer tal-qual como ele disse que ia ser.

E outras coisas assim importantes não tem havido nada de que me apetecesse falar, porque aquilo que tenho visto nos últimos meses só serve para "reforçar" a minha confiança nos políticos e respectivas promessas.
Se eu mandasse no parlamento fazia já uma lei como naquela coisa do futebol: "Promessas, só no fim do mandato do Governo". Que assim os Senhores Políticos e Governantes já não tinham que gastar a imaginação a inventar promessas de campanha eleitoral e poupavam as energias e as forças e a imaginação pra resolver problemas reais de quem os elegeu, pra fazer coisas concretas que melhorassem a vida das pessoas.
Neste momento está tudo a correr muito bem, não há descontentamento, todos vivemos às mil maravilhas com belos ordenados e poucos descontos; em Portugal temos políticos e governantes honestos, escrupulosos, incorruptiveis, zelosos pelo bem-estar do sempre bem-amado povo. Vou falar de quê?

Também não me apeteceu falar daquela desgraça que aconteceu em Londres. Pra quê? Pra dizer "Andavam mesmo a pedi-las."? (não as vítimas, inocentes desgraçados que pagaram com a vida o preço do petróleo de uns, a sede de poder de outros, e o fanatismo de outros ainda).
Ou pra achar piada à histeria que vem a seguir a uma coisa destas:
- dos que aproveitam o valente susto para inventarem logo maneiras de vigiar tudo e todos ;
- dos que começam logo a "pôr trancas na porta" como se fosse haver um atentado igual ou parecido no mesmo sítio ou noutro parecido, no dia ou na semana seguintes.

A verdade é que isto do terrorismo virou um (infeliz e macabro) folclore, e se eu tivesse a tara das conspirações dizia que o Bush & Companhia tá feito com o Bin Laden & Companhia; ou seja, os atentados terroristas servem às mil maravilhas para os propósitos dos que acham que são mais donos do mundo que os outros: aplicam a táctica do terror, acagaçam o pessoal todo, e lá vão convencendo o comum do cidadão a deixar vasculhar a vida de tudo e de todos com a desculpa do "É pra ajudar a acabar com o terrorismo."
No final das contas, vão apertando a tarracha sobre o pobre do Zé Povinho mundial, mas o que acontece é que os terroristas não são parvos nenhuns, e quando atacarem outra vez (lagarto, lagarto!) vai ser numa cidade, e num local e numa hora que ninguém faz ideia – senão não era ataque terrorista nenhum, era "explosão com hora e local marcados".
E a verdade é que quem morre praticando actos terroristas é tal-qual os soldados das guerras "normais" (devo estar fora do meu juízo pra chamar "normal" à maior anormalidade do Homem): morre sem glória, pra encher os cofres dos "pançudos" do costume.
O Live8 também foi muito bonito, e eu vi uns pedaços na televisão. Pois a intenção é boa, e eu não podia apoiar mais; mas a gente sabe que quem decide é o G-8, e duvido que eles liguem a mínima a uns milhões de gente boa e solidária mas que não manda uma beata nos destinos do planeta.

E tirando isto, não tenho mais assunto. Vou voltar ao croché e às bainhas dos panos da loiça.
O expediente deste blog tá em "estiagem", que é a mesma coisa que "hibernação" mas ao contrário.
E disse.

Na cesta Vi-zinha

Posted by vitriolica at 02:55 AM | Comments (4)

melhor

ou "A MELHOR COISA DOS BLOGS É QUE A GENTE SÓ ESCREVE QUANDO TEM VONTADE E INSPIRAÇÃO E NÃO TEM OBRIGAÇÃO NENHUMA DE VIR PRÀQUI ESCREVER COISAS COM DIA E HORA MARCADA"

Este é que era pra ser o título da redacção, mas ia parecer muito mal na lista do Weblog um título deste tamanho – inda por cima todo em maiúsculas. Inda corria o risco de algum vizinho aqui do Weblog me atirar com alguma coisa acima – e com toda a razão, diga-se de passagem.

De modos que a verdade é que de repente deu-me assim uma saudade e uma grande vontade de escrever qualquer coisa. O pior é que ando mesmo sem assunto...
Vai daí, pois a falta de assunto é um assunto tão bom pra escrever como qualquer outro. O que não falta praí é livros, e textos e não só sem assunto, e não deixa de não ser por isso que não são escritos.

Dizia eu então falta de assunto... é não é que é o único assunto que me vem à imaginação? Pois está visto!
Claro, é um tema que tem prós e contras, vantagens e desvantagens; uma coisa é certa: podia ficar aqui uma hora a escrever sobre este assunto da falta de assunto. Muita coisa se pode escrever sobre o tema, e aposto que deve haver até estudos universitários, quiçá teses de pós-gradeamento sobre tão difícil e complicada matéria.
Afinal de contas o zero é o infinito (ou coisa parecida) – logo, o zero-assunto é o nada mas também o tudo, o vazio e o a-rebentar-como-um ovo. A matéria daria, certamente, pano para mangas, quiçá uma obra em vários e pesados volumes.
Porém, hoje, fico por esta pequena mas afincada reflexão sobre a importância da falta de assunto na criatividade dos que escrevem nos blogues.
E disse.
(assim se escrevem nove parágrafos, trezentas e oito palavras, mil trezentos e vinte e seis caracteres – excluindo espaços, mil seiscentos e e vinte e quatro caracteres – incluindo espaços, tudo isto afora o presente parágrafo, e tendo como único assunto: a falta de assunto.)

Na cesta Vi-zinha

Posted by vitriolica at 12:02 AM

julho 12, 2005

ijetudo çiêntificu çobre títalus de belógues peró 

va que uma fôrma de um títalu de redá-ssão de belogue pra dar nas vistas na página do uébelogue:
primeirus – deve-de çere todu em minúsculas (letra picanina pròs mais inguenurântes);
çigundus – tem de tere inzáta-mente cincu-enta carácteres(inqueluindo ispá-ssus) qué por mór de hócupáre uma linha inteirinha i óspois o nome do belógue já fica na ôtera linha;
tresseirus – deve-de ser coiza iscandalóza ou de palaverõis ou atão bombástica que é acuáje tudu a mêma coiza i vêm a dáre nu mêmu.

êste istudo foi rializádu pêlo destinto Dótôre Cocó çigundo us mais riguerózus parâmetus da envestigação ssiêntifica e validádu pêlos mais modernos métodos de estudo e afrissão e ôtros aparelhus ténicus de ALTO gabaritu. Fôrem anaziladus melháres de títalus e xigô-se ainda há conqueluzam cas lêteras maiúsqelas tá fóra de móda e é coiza de avòzinhos e ôterus carêtas que na enxergam bem e sam pelinteras ó furrêtas pra gastárem denhêiru a comperar lêntes novas.

Açinádu: Dótôre Cocó – linssenssiádu e com pós-gradeamento em blogologia e variadádes de milho sem transgénicus e nitrofurilhos.
(na alzên-ssia da "Grande" Sôdona Vi que não pressebe náda de métudus çientificos e quem alambou cu trabálhu todo foI cá o esquerávu e a paga é só a rassãozita de milho e maizumas côves de vezimquandu. Mas um dêstes dias vais pagálas tôdas juntas, ó çe vais!)

Na cesta Serviço Cultural

Posted by vitriolica at 09:55 PM

derrepente pare-sse que tá tudo cua técula do cápeslóque avariá-da e agente chega ao uébelógue e mal conssé-gue ler os títalus pruque tá todos encavalitá-dus uns inssima dos outros e pra têr um títalu que chama à atenssão só mesmo assim.

(derrepente pare-sse que tá tudo cua técula do cápeslóque avariá-da e agente chega ao uébelógue e mal conssé-gue ler os títalus pruque tá todos encavalitá-dus uns inssima dos outros e pra têr um títalu que chama à atenssão só mesmo assim.)
E REPETI AQUI O TÍTULO NA ENTRADA DA REDACÇÃO, PORQUE NÃO SEI SE A PÁGINA DA ENTRADA DO UÉBELÓGUE VAI AUGUENTAR UM TITALU DESTES.
POIS É VERDADE QUE TENHO ANDADO UM BOCADO ARREDADA DESTAS LIDES BLOGANTES - "NOBLESSE OBLIGE", DIRIA O SENHOR CASTELO BRANCO (QUE DIZ ISTO FRASE SIM FRASE NÃO, VERDADE SEJA DITA), - MAS NÃO É NOBLESSE NENHUMA, E MUITO MENOS QUALQUER ESPÉCIE DE OBLIGE, É MESMO SÓ MOLEZA DO CALOR, E PREGUIÇA E FALTA DE INSPIRAÇÃO. E FOI TAMÉM UM ABORRECIMENTOZINHO QUE ME TIROU A VENETA POR UNS DIAS; NADA DE CUIDADO, É CERTO, MAS O SUFICIENTE PRA ME TIRAR VONTADE DE ESCREVER, INSPIRAÇÃO E OUTRAS COISAS NECESSÁRIAS A UMA BLOGANÇA DE JEITO.
SEJA COMO FOR, APROVEITO PARA AGRADECER A TODOS: - OS QUE DEIXARAM PALAVRAS AMÁVEIS E CARINHOSAS; - OS QUE CONTINUARAM A PASSAR POR CÁ (MAIS DE TREZENTOS POR DIA, QUE ATÉ UMA MULHER SE ESPANTA!) SABENDO QUE, PROVAVELMENTE, IAM BATER COM O NARIZ NA CRUZETA.
AGORA SOBRE O TÍTALU DESTA REDACÇÃO, A VERDADE É QUE ME FAZ MUITA CONFUSÃO VER TUDO EM MAIÚSCULAS. E A GENTE QUER LER OS TÍTULOS DAS REDACÇÕES DOS VIZINHOS E EMBARALHAM-SE OS OLHOS PORQUE AS LETRAS FICAM TODAS MUITO JUNTAS; O PIOR É QUANDO EU ÀS VEZES ME DÁ A PREGUIÇA DE ESCREVER O ENDEREÇO DUM BLOG NO BROWSER E VOU LOGO DIRECTA À PÁGINA DO WEBLOG PRA VER SE TÁ LÁ ALGUMA REDACÇÃO FRESQUINHA DO BLOG X OU Y OU Z, E NO MEIO DAQUELAS MAIÚSCULAS MATULONAS A GENTE MAL DESCORTINA OS NOMES DOS BLOGS QUE TÃO NA NORMAL ESCRITA DE MAIÚSCULA MAIS MINÚSCULA. EU CÁ NÃO TENHO NADA CONTRA AS MAIÚSCULAS, VALHA-ME SANTA PRISCA; MENOS AINDA CONTRA AS MINÚSCULAS. SÓ QUE, VERDADE VERDADINHA, TANTA MAIÚSCULA ATRAPALHA.
ANTIGAMENTE NÃO ERA ASSIM, MAS DE REPENTE PARECE QUE TÁ TODA A GENTE COM PRISÃO DE TÉCULA DE QUÉPESLÓQUE.... O COCÓ, QUE É MAUZINHO TODOS OS DIAS, ACHA QUE É (MÁ) INFLUÊNCIA DOS NOTICIÁRIOS QUE NOS GRITAM VEZES SEM CONTA O TÍTULO DA NOTÍCIA QUE VAI DAR DAÍ A MEIA HORA; E ÀS VEZES VAI-SE A VER E A NOTÍCIA É UMA CAGANITA DAQUELAS QUE OS JORNALISTAS DE ANTIGAMENTE CHAMAVAM FAIT-DIVERS (AI, VI, QUE MULHER CULTA QUE ESTÁS HOJE, QUE ATÉ ESCREVES PALAVRAS EM ESTRANGEIRO!). E VAI DAÍ, TOCA TUDO A BERRAR AOS QUATRO VENTOS OS TÍTULOS DAS SUAS NOTÍCIAS NA PRAÇA CENTRAL DO WEBLOG.
MAS ISTO, CLARO, ESTA MÁ-LÍNGUA TODA É COISAS DO COCÓ. EU CÁ ACHO QUE CADA UM(A) TEM O DIREITO DE USAR TODAS AS MAIÚSCULAS QUE QUISER – ONDE, QUANDO, E QUANTAS VEZES LHE APETECER; SENÃO, QUE RAIO DE DEMOCRACIA ERA ESTA? FOI PRA LIMITAR O USO DAS MAIÚSCULAS QUE OS VALEROSOS CAPITÃES D'ABRILAbril, esperanças mil FIZERAM AQUELA (ABENÇOADA) NOITADA?

NÃO SEI O QUE ME DEU PRA ESCREVER ESTA REDACÇÃO. ASSIM CUMÁSSIM, VOU FAZER A EXPERIÊNCIA E PÔR ESTE ARRAZOADO TODO EM MAIÚSCULAS SÓ PRA VER O EFEITO.
UM DESTES DIAS VOLTO E DIGO MAIS COISAS – EM MINÚSCULAS, PROMETO.
E DISSE.
E SE LHE CUSTOU MUITO LER ISTO, NO "Aqui há mais" NÃO HÁ NADA DE NOVO, SÓ ESTA MESMA REDACÇÃO EM FORMA DE GENTE.

derrepente pare-sse que tá tudo cua técula do cápeslóque avariá-da e agente chega ao uébelógue e mal conssé-gue ler os títalus pruque tá todos encavalitá-dus uns inssima dos outros e pra têr um títalu que chama à atenssão só mesmo assim.

E repeti aqui o título na entrada da redacção, porque não sei se a página da entrada do Uébelógue vai auguentar um titalu destes.

Pois é verdade que tenho andado um bocado arredada destas lides blogantes - "noblesse oblige", diria o Senhor Castelo Branco (que diz isto frase sim frase não, verdade seja dita), - mas não é noblesse nenhuma, e muito menos qualquer espécie de oblige, é mesmo só moleza do calor, e preguiça e falta de inspiração.
E foi tamém um aborrecimentozinho que me tirou a veneta por uns dias; nada de cuidado, é certo, mas o suficiente pra me tirar vontade de escrever, inspiração e outras coisas necessárias a uma blogança de jeito.

Seja como for, aproveito para agradecer a todos:
- os que deixaram palavras amáveis e carinhosas;
- os que continuaram a passar por cá (mais de trezentos por dia, que até uma mulher se espanta!) sabendo que, provavelmente, iam bater com o nariz na cruzeta.

Agora sobre o títalu desta redacção, a verdade é que me faz muita confusão ver tudo em maiúsculas. E a gente quer ler os títulos das redacções dos vizinhos e embaralham-se os olhos porque as letras ficam todas muito juntas; o pior é quando eu às vezes me dá a preguiça de escrever o endereço dum blog no browser e vou logo directa à página do Weblog pra ver se tá lá alguma redacção fresquinha do blog X ou Y ou Z, e no meio daquelas maiúsculas matulonas a gente mal descortina os nomes dos blogs que tão na normal escrita de Maiúscula Mais Minúscula. Eu cá não tenho nada contra as maiúsculas, valha-me Santa Prisca; menos ainda contra as minúsculas. Só que, verdade verdadinha, tanta maiúscula atrapalha.

Antigamente não era assim, mas de repente parece que tá toda a gente com prisão de técula de quépeslóque....
O Cocó, que é mauzinho todos os dias, acha que é (má) influência dos noticiários que nos gritam vezes sem conta o título da notícia que vai dar daí a meia hora; e às vezes vai-se a ver e a notícia é uma caganita daquelas que os jornalistas de antigamente chamavam fait-divers (ai, Vi, que mulher culta que estás hoje, que até escreves palavras em estrangeiro!). E vai daí, toca tudo a berrar aos quatro ventos os títulos das suas notícias na Praça Central do Weblog.

Mas isto, claro, esta má-língua toda é coisas do Cocó. Eu cá acho que cada um(a) tem o direito de usar todas as maiúsculas que quiser – onde, quando, e quantas vezes lhe apetecer; senão, que raio de democracia era esta? Foi pra limitar o uso das maiúsculas que os valerosos Capitães d'Abril fizeram aquela (abençoada) noitada?

Não sei o que me deu pra escrever esta redacção. Assim cumássim, vou fazer a experiência e pôr este arrazoado todo em maiúsculas só pra ver o efeito.
Um destes dias volto e digo mais coisas – em minúsculas, prometo.
E disse.

Na cesta Serviço Cultural

Posted by vitriolica at 07:16 PM | Comments (4)

julho 06, 2005

Hoje estou assim

O QUE RESTA DE HOJE

O que resta de hoje
não serve
para viver, para morrer,
para mim, para ninguém.

in OBRA POÉTICA 1953-1993, LUÍS PIGNATELLI, &ETC, 1999

pedi emprestado aqui

Ontem e hoje não foram dias bons. Foi por isso que não pude aceitar o convite gentil do Senhor Changuito.
Numa altura mais propícia lá irei cumprir o prometido. Palavra de Vi.
E disse.

Na cesta Vi-zinha

Posted by vitriolica at 08:03 PM | Comments (4)

julho 05, 2005

Resposta em forma de redacção

Caro senhor Changuito:
Venho por este meio agradecer o seu mais que amável convite para a sessão poético-cultural de 3ª feira 5 de Julho - próximo futuro.
Fiquei deveras sensibilizada por se ter dado à maçada de se abalar do seu blog até aqui, para me transmitir de vivo teclado a delicada convocação.

Neste momento não tenho ainda a certeza de poder comparecer à (certamente brilhante) noite de poesia. Ainda mais, tratando-se de poesia de caril surrealista (ver o comentário do Senhor Changuito à redacção anterior).
Por uma graciosa coincidência, após o lançamento do livro da Sôdona Ana, também fui comer um caril - no caso, um belíssimo caril de camarão. Eu própria não me saio nada mal quando resolvo cozinhar um caril de frango, que faz as delícias do pessoal cá de casa: eu própria, a Cèlinha, e, claro, o meu Arnaldo.

Vou certamente adorar conhecer um caril surrealista, à mistura com poesia idem. Deve ser uma receita de superior e apurado gosto, ainda mais servida pelo Senhor e pela sua partenaire - que pelo apresentado parece ser pessoa fina e de bom gosto.

Ainda bem que fez o convite com tempo, que assim ainda posso ir procurar um bocadinho de informação sobre esse tal do grupelho surrealista; sem esquecer essa coisa do Surrealismo, que só conheço de ouvido.
Isto de uma mulher saber pouco às vezes torna-se um bocado aborrecido, mas o que é preciso é querer saber mais e aproveitar as oportunidades como esta.

Queira, pois, considerar aceite o convite - que muito honrou a modesta doméstica semi-analfabeta que sou, mais a mais da parte de uma pessoa da Cultura com letra maiúscula. Caso não haja nenhum contratempo, lá estarei com muito prazer, acompanhada pela minha Cèlinha, claro.

Quanto às palavras que escrevi, fico contente por as ter achado gentis; fique sabendo que eu só escrevi o que senti e achei sobre aquele pedaço de tarde tão bem passado - que não sou mulher de dizer ou escrever coisas só "porque sim": o que acho acho, o que não acho não escrevo.

Ficamos então combinados para amanhã, lá pròs lados da meia-noite. O Senhor e a Menina Patrícia vão ensinar-me a descobrir e a conhecer essa tal da poesia com caril surrealista; espero que tenha um bocadinho de picante - que dá gosto -, mas que não seja exagerado porque às vezes não me assenta bem no estômago.
E disse.

Na cesta Vi-zinha

Posted by vitriolica at 12:00 AM | Comments (3)