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julho 17, 2005

era pra ter sido assim:

Pétcheuôrque

Mas isto era um trabalho de pétcheuôrque, de modos que levou mais tempo a ficar pronto.
O que eu queria mesmo era uma maneira de homenagear a imaginação, a habilidade e inteligência do Menino João Pedro, e então lá pedi a ajuda habitual da Cèlinha e do meu vizinho Alcino que me emprestou um livro de habilidades que lá tinha em casa. Temos então mais uma estreia mundial aqui: uma redacção - repetida, sim mas com um visual "à maneira", inspirado nas criações do Menino João Pedro (sem lhe chegar aos calcanhares, claro está).
Resolvi manter a redacção original aí por baixo, para quem não tiver vontade ou pachorra de brincar aos puzzles. Nesta só acrescentei o linque para os brilhantes apresentadores que ontem me escapou; o meu humilde pedido de desculpas aos Senhores José Mário Silva e Luís Rainha.
Advertência: Esta redacção, vista no Firefox, tem muito mais graça. Faxavor de arranjar um navegador decente.

Ontem fui ao Bar A Barraca, pois claro! nem aquele lançamento podia correr bem sem mim e respectiva aderente, a minha rica Cèlinha.
Tábem, havia lá pessoas muito mais ilustres que a gente (só os outros todos, é verdade). Mas de certeza que se eu e a Cèlinha lá não estivéssemos não era a mesma coisa, pois não? E como o lançamento correu muito bem, pois se calhar se não tivéssemos ido podia não ter corrido da mesma maneira.
Lá me desculpei por não ter podido ir à sessão da poesia dos tais de Surrealistas, e ele compreendeu as minhas razões — como era de esperar.
Bom, primeiros apresentei-me e à minha Cèlinha ao Senhor Changuito como estava prometido. Ele fez justiça ao que eu tinha pensado dele: além de um grande artista, é uma pessoa simpática e educada, e sem peneiras, para usar uma expressão tão antiga como eu.
Ainda era um bocado de gente, mas tirando a Sôdona Catarina, o Artista Principal, só me estou assim a lembrar de ter conhecido o Senhor Sharquinho.
É claro que havia muito mais gente, e alguns eram pessoas que já conheço de outras funções blogosféricas; mas uma mulher sem memória é uma vergonha, porque a gente cumprimenta as pessoas, e dá beijinho, e como é que vai a vidita e coisa e tal, e depois chega aqui ao teclado e tá mesmo a ver as caras, e lembra-se das conversas, e nomes... nada - uma vergonha!
Havia assim uma luz, um foco a iluminar o Artista-Autor e o Artista-Leitor, e os cabelos deles pareciam cabelos de anjos, e o Senhor João parecia um Menino João, porque estava com uma carinha de menino que eu até ia caindo de quatro quando ele me disse a idade; ali naquele palco ele não parecia ter mais de dezoito anos.
E depois veio o Artista Principal - que por acaso eram dois. O Senhor João lá falou do livro, e coisa e tal... não esperem que eu faça a reportagem, pois se não podiam ir podiam ter visto em directo e ao vivo.
E o amigo dele, o Senhor Daniel que também é poeta, leu umas redacções do blog que vêm no livro - e que bela voz que ele tem, e que bem que leu, que foi um consolo ouvi-lo. É um estilo diferente do do Senhor Changuito, e tem uma voz mais profunda, assim mais voz-de-falar-no-rádio, mas não ficam a dever nada um ao outro, não senhor!

E lá começou a função, com o Senhor Paulo a apresentar O Autor, e A Sua Obra, e também os apresentadores seguintes, gente assim de craveira que sabem analisar as literaturas e as blogaturas e dizer aquelas coisas importantes que se devem dizer acerca de livros.

Prontos, no fim foi mais autografos pracá (e o meu é bem simpático, que me ia deixando toda babada, oh se ia!), e mais autógrafos pralá, e uns dedos de conversa com uns e outras, e é sempre uma alegria e um bocadinho muito bem passado com os "vizinhos e amigos de blog".
Só tive pena de não ter dado um dedinho de conversa com o Senhor Luís Ene, que desta vez não pôde fazer-nos companhia, mas fica para a próxima.
E disse.

Opinadela de vitriolica às julho 17, 2005 12:00 AM

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Tá bué de joli!

Opinanço de: Idalete às julho 19, 2005 12:34 PM