« 373 - perdidamente | Vestíbulo | era pra ter sido assim: »

julho 16, 2005

Foi assim:

Ontem fui ao Bar A Barraca, pois claro! nem aquele lançamento podia correr bem sem mim e respectiva aderente, a minha rica Cèlinha.

Tábem, havia lá pessoas muito mais ilustres que a gente (só os outros todos, é verdade). Mas de certeza que se eu e a Cèlinha lá não estivéssemos não era a mesma coisa, pois não? E como o lançamento correu muito bem, pois se calhar se não tivéssemos ido podia não ter corrido da mesma maneira.
Bom, primeiros apresentei-me e à minha Cèlinha ao Senhor Changuito como estava prometido. Ele fez justiça ao que eu tinha pensado dele: além de um grande artista, é uma pessoa simpática e educada, e sem peneiras - para usar uma expressão tão antiga como eu. Lá me desculpei por não ter podido ir à sessão da poesia dos tais de Surrealistas, e ele compreendeu as minhas razões — como era de esperar de uma pessoa assim. Aproveitei para lhe entregar um abraço que um amigo blogosférico me pediu pra lhe transmitir (tá entregue, compadre, vizinho e amigo!)

Ainda era um bocado de gente, mas tirando a Sôdona Catarina, o Artista Principal, só me estou assim a lembrar de ter conhecido o Senhor Sharquinho.
É claro que havia muito mais gente, e alguns eram pessoas que já conheço de outras funções blogosféricas; mas uma mulher sem memória é uma vergonha, porque a gente cumprimenta as pessoas, e dá beijinho, e como é que vai a vidita e coisa e tal, e depois chega aqui ao teclado e tá mesmo a ver as caras, e lembra-se das conversas, e nomes... nada - uma vergonha! Desculpem todos(as) esta velha carola meia taralhouca...

E lá começou a função, com o Senhor Paulo a apresentar O Autor, e A Sua Obra, e também os apresentadores seguintes, gente assim de craveira que sabem analisar as literaturas e as blogaturas e dizer aquelas coisas importantes que se devem dizer acerca de livros.

A seguir veio o Artista Principal - que por acaso eram dois. O Senhor João lá falou do livro, e coisa e tal... não esperem que eu faça a reportagem, pois se não podiam ir podiam ao menos ter visto em directo e ao vivo.

E o amigo dele, o Senhor Daniel que também é poeta, leu umas redacções do blog que vêm no livro - e que bela voz que ele tem, e que bem que leu, que foi um consolo ouvi-lo. É um estilo diferente do do Senhor Changuito, e tem uma voz mais profunda, assim mais voz-de-falar-no-rádio, mas não ficam a dever nada um ao outro, não senhor!
Havia assim uma luz, um foco a iluminar o Artista-Autor e o Artista-Leitor, e os cabelos deles pareciam cabelos de anjos, e o Senhor João parecia um Menino João, porque estava com uma carinha de menino que eu até ia caindo de quatro quando ele me disse a idade; ali naquele palco ele não parecia ter mais de dezoito anos.

Prontos, no fim foi mais autografos pracá (e o meu é bem simpático, que me ia deixando toda babada, oh se ia!), e mais autógrafos pralá, e uns dedos de conversa com uns e outras, e é sempre uma alegria e um bocadinho muito bem passado com os "vizinhos e amigos de blog".
Só tive pena de não ter dado um dedinho de conversa com o Senhor Luís Ene, que desta vez não pôde fazer-nos companhia, mas fica para a próxima.
E disse.

Opinadela de vitriolica às julho 16, 2005 12:00 AM

Opinadelas

Se os comentários não funcionarem e estiver mesmo com vontade de opinar, clique aqui.

Obrigado pela parte que me toca, amiga vizinha.
Aquele rapazinho é uma joia mesmo.

Um abração do
Zecatelhado

Opinanço de: zecatelhado às julho 16, 2005 04:33 PM

publicidade:

http://doismaisdoisigualacinco.blogspot.com

Obrigado

Opinanço de: Andre Carapinha [TypeKey Profile Page] às julho 16, 2005 10:41 PM

Acabei de ler as duas versões, não me decido qual a melhor (é que a de cima tem a parte das colunas, mas a de baixo tem mais àpartes...:)))
Um grande beijinho, também gostei muito de a rever, amiga Vi. :)

Opinanço de: catarina às julho 18, 2005 02:12 AM

so,what'

Opinanço de: amelia às julho 23, 2005 02:33 AM