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novembro 16, 2005
Já me esquecia, mas vem mesmo a propósito
Hoje celebra-se o Dia Internacional da Tolerância. E vem mesmo a propósito da Mana Lizandra, que é das criaturas mais tolerantes e bem-viventes que já encontrei durante os cinquenta e um anos que passei neste mundo descabelado.
Não sei se há lá nas Nações Unidas alguém que conheça minha Primeira Mana, mas podia muito bem haver. E essa pessoa teria escolhido este dia em que ela nasceu por ela ser um exemplo de tolerância e bom-viver com toda a gente.
Dentro daquele coração bom há, entre outras coisas, uma tolerância como é difícil de encontrar. E mais não digo, porque não há mais que dizer sobre isso.
O mundo estaria muito melhor se todos nós fôssemos um bocadinho mais tolerantes com O Outro, se houvesse mais Corações de Lizandra por aí.
Não confundir, no entanto, tolerância com "deixa passar" - sobretudo em Portugal, onde toda a gente "faz um jeitinho" mas no fundo tem muito de intolerante.
Fazemos o jeitinho entre os nossos iguais, mas no que toca às diferenças a coisa fia mais fino...
E disse.
Opinadela de vitriolica às novembro 16, 2005 08:34 PM
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Ai disso não tenho qualquer espécie de dúvida comadre!
Um abraço para a sua Primeira Mana, votos de um feliz aniverdsário, e para si e para o distinto galito um bom fim de semana, embora ainda cá venha mais vezes mas já vai adiantado.
Um abração do
Zecatelhado
Opinanço de: zecatelhado às novembro 19, 2005 01:55 AM
saiba, señorita dona vi, que nunca, mas nunca mais a convido para as leituras de poemas no barraqueano antro. só mais esta vez e, quem sabe, talvez para a próxima.
um beijo
dr. chan e sr. guito
Opinanço de: a gerência às novembro 21, 2005 03:03 PM
gostei muito de ler, não só este post como alguns dos anteriores que não conhecia. foi bom descobrir uma família unida e orgulhosa de o ser.
um abraço
graziela
Opinanço de: grzl às novembro 21, 2005 04:24 PM
Senhor Zeca, já lá fui retribuir a visita e deixar o meu cartãozinho no seu blog.
Dr. Chan e Sr. Guito, pois estou tão penalizada pelas minhas ausências e pelos meu silêncio que uma mulher não tem palavras...
Dona Graziela, obrigada pelas palavras gentis - nos dias que correm, é uma sorte ter uma família como a minha, que é uma raridade: está cheia de pessoas boas e que ainda conhecem e praticam coisas como a amizade, a solidariedade e a tolerância.
Opinanço de: Vi às novembro 22, 2005 02:47 AM